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segunda-feira, 4 de maio de 2009

Obama, a guerra sem saída

A crise atual do capitalismo se mostra como a maior na existência deste sistema opressor. Desta vez a “Meca” do sistema, foi duramente atingida, a burguesia assiste suas enganações caírem por terra, já não há mais o fantasma da ameaça soviética para alimentar os devaneios burgueses. Os bancos quebram, o sistema produtivo quebra, a agricultura entra em colapso motivado pela ausência de compradores gerada pelo elevado desemprego. O governo anterior comandado pelo megalomaníaco George Bush deixou ao seu sucessor uma herança maldita e incentivada pelo poderoso complexo industrial-militar, os conflitos insolúveis do Afeganistão e do Iraque. Por outro lado, a inexperiência de Obama coloca instável a situação na península da Coréia, com ameaças infundadas ao estado norte-coreano, que retoma seu caminho para a paz, com a volta da produção de artefatos nucleares. Esta criado o cenário de uma guerra sem saída, o capitalismo não tem como sair da crise, seguem as mentiras ou exageros de epidemias, com ameaças de pandemia, algo muito grave para justificar a proibição de aglomerações humanas. Com isto, acham que freiam a revolução socialista mundial, pois estando proibidas aglomerações, não pode o povo protestar, reagir diante da miséria que se apresenta, e a as autoridades burguesas podem reprimir isto sem que aleguem motivos políticos. O rosto de Obama, hoje, é observado com muita atenção, vejam as transformações que se seguirão no correr de seu mandato, talvez sua carreira política, transforme-se em um monstruoso acidente político, pois jogou em suas mãos um problema insolúvel, as ordens que vem dos bastidores são de burgueses desesperados e temeroso de uma eclosão revolucionaria socialista no mundo, que terminaria por isolar de vez a ditadura burguesa yankee. Numa perspectiva exclusivamente política, duas conseqüências importantes virão da presente mais do que grave crise do capitalismo global que começou nos EUA. Em primeiro lugar, não serão mais aceitos, daqui em diante, governos conservadores na Europa como o do Presidente da França Sarkozy que serão substituídos por governos mais à esquerda na medida em que cada país fizer suas eleições. Eu segundo lugar, irá haver um avanço expressivo das idéias socialistas em toda Europa, facilitando em muito o começo da expansão do socialismo pelo mundo. O espectro que rondava a Europa na época de Marx e Engels está de volta e com muito mais força. (yrina svetlana A Voz da Rússia)

2 comentários:

De Marchi ॐ disse...

"não serão mais aceitos, daqui em diante, governos conservadores na Europa como o do Presidente da França Sarkozy que serão substituídos por governos mais à esquerda na medida em que cada país fizer suas eleições."

Tomara.

Moacir das Candongas disse...

Segundo li na imprensa, pelo menos o Berlusconi tem 75% de apoio popular ou algo próximo disso.

Os brancos europeus continuam a ser enganados pelas idéias fascistas.

Mas creio que esse apoio não deverá durar eternamente.